Arquivo do autor:Thiago Reginaldo

Oficina Design Thinking para Educadores – Floripa

Data: 12 de março de 2016
Local: Impact Hub Floripa
– Centro de Inovação ACATE – Cia Primavera, SC 401, km 4. Rodovia José Carlos Daux, 4150 – Florianópolis – SC.
Horário:
9hs às 17hs
Carga Horária:
07 horas
Facilitador:
Thiago Reginaldo

Inscrições aqui: http://even.tc/design-thinking-floripa

O Chamado:
O Design Thinking é uma abordagem centrada no humano que ajuda na solução de problemas por meio do modelo de pensamento dos designers. Na Educação essa iniciativa tem sido utilizada na solução de problemas relacionados com o currículo, espaços, processos e sistemas. Organizado em cinco etapas o Design Thinking traz uma proposta para educadores, gestores e outros profissionais interessados em criar soluções na Educação. Tudo isso ocorre com muita cocriação, diálogo, empatia e prototipação.

A oficina:
A partir de desafios que começam com a pergunta “Como podemos…?” será utilizada a abordagem do Design Thinking em um processo prático de cocriação a partir de cinco etapas: descoberta, interpretação, ideação, experimentação e evolução. Cada etapa terá um tempo determinado para que os participantes evoluam em grupo e, ao final da oficina, apresentem o resultado de sua experimentação para todos. Na apresentação faremos uma reflexão sobre os aprendizados, questões e pontos de melhoria.

Quem pode fazer a oficina:
Profissionais envolvidos com educação e ensino de qualquer nível, segmento ou faixa etária: professores, coordenadores e gestores institucionais, designers, bem como pessoas que tenham interesse em aprender mais sobre o Design Thinking aplicado no contexto da Educação.

Sobre o Facilitador:
Thiago Reginaldo é Professor, Designer, Mestre em Engenharia e Gestão do Conhecimento (PPEGC/UFSC) e Doutorando em Educação (PPGE/UDESC). Membro do Educom Floripa e facilitador associado do Instituto Educadigital (IED) por meio da iniciativa Design Thinking para Educadores.

Saiba mais sobre a abordagem aqui: www.dtparaeducadores.org.br

Importante:
– A atividade poderá sofrer alteração de local, datas, horários e cancelamento, de acordo com o número de interessados.

 

Minicurso Design na Educação – 23 de outubro

Minicurso Design na Educação: resolvendo problemas com Design Thinking e Design for Change – 23 de outubro/Florianópolis – SC 

O curso “Design na Educação: resolvendo problemas com Design Thinking e Design for Change” acontecerá na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em Florianópolis no dia 23 de outubro de 2014.

Descrição: O minicurso oferecerá a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre o Design na Educação e suas abordagens Design Thinking e Design for Change. Além de alguns conceitos fundamentais sobre Design na Educação e suas abordagens em questão serão feitas experimentações a partir das vivências educacionais dos participantes. O objetivo é utilizar de processos criativos e inovadores a partir de atividades colaborativas no contexto de um determinado problema para gerar soluções. Tudo isso com muita empatia e análise para adaptar as soluções rumo as melhores ações possíveis.
Objetivos: Falar sobre Design na Educação; – Apresentar o conceito do Design Thinking e Design for Change; – Compreender as etapas dessas abordagens; – Realizar uma prática colaborativa entre os participantes para a solução de determinado problema da educação.
Público Alvo: o público alvo deste curso são designers, professores licenciados das mais diversas área de conhecimento, educadores e comunidade interessada no tema.
Conteúdo Programático: Primeiramente será compreendido o que é Design na Educação e quais são suas possibilidades. Posteriormente a partir de problemas e desafios da educação serão utilizadas as abordagens Design Thinking e Design for Change em um processo prático de cocriação a partir de algumas etapas: Descoberta/Interpretação (Sentir) – Ideação (Imaginar) – Experimentação (Fazer) – Evolução (Compartilhar).
Facilitador: Thiago Reginaldo é Designer, especialista em Mídias Digitais, estudante de Pedagogia e Mestrando na linha de Mídia e Conhecimento na Educação. Atuou como pesquisador e Designer de Interação na Fundação CERTI em projetos voltados a convergência digital e Design Thinking na Educação. Foi professor da educação básica na Rede Marista de Solidariedade e atualmente dedica-se ao mestrado com pesquisas sobre os conhecimentos de Design na Educação.
Número de Vagas: 25.
Local: Florianópolis, Santa Catarina. Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Centro de Comunicação e Expressão (CCE), Sala de Serigrafia – 006 (térreo).
Data: 23/10/2014 (Quinta-feira).
Horário: 14h00 – 22h00 com intervalo para lanche.

Os participantes ganharão certificados de realização do minicurso em nome da UFSC.

As inscrições estão ENCERRADAS!

Inscrições homologadas:

  1. Alceu Schmidt Ortiz
  2. Andreia de Bem Machado
  3. Andreza Regina Lopes da Silva
  4. Daniel Ricardo Binda
  5. Dênia Falcão de Bittencourt
  6. Edemilson Gomes de Souza
  7. Eduardo Mendes Silva
  8. Eduardo Santos
  9. Eliete Oliveira
  10. Felipe Stahnke Torres
  11. Flavia Lumi Matuzawa
  12. Jose Elias da Silva Junior
  13. Juliana Couto Silva Shiraiwa
  14. Kamila Regina de Souza
  15. Lise Rafaela Menezes da Silva
  16. Márcia Loch
  17. Marina Cabeda Egger Moellwald
  18. Pamela Angst
  19. Patrícia Justo Moreira
  20. Raquel Regina Zmorzenski Valduga Schöninger
  21. Roberta Cavalcante de França
  22. Sinara Escandiel Ferreira Farias
  23. Tereza Cristina Meurer Antunes
  24. Thais Paiola Camata
  25. Vilson Martins Filho

Dúvidas entre em contato!

Design na Educação inscrições encerradas - Banner

 

A brincadeira da criança e as funções do brinquedo

A brincadeira é uma manifestação natural da criança e se apresenta como atitude humana de simbolizar o mundo e o que ele representa. Por meio da brincadeira é possível atingir a plenitude de sensações que leva o ser humano ao ápice do envolvimento motor, cognitivo e social. Ela é influenciada pela cultura local e global que apresenta as formas de brincar além de valorar ou não o ato de brincar. A brincadeira é instigada pela imaginação e nela a criança pode criar um mundo cheio de aventuras para se divertir e representar os papéis sociais. Por esse brincar é possível perceber o modo como a criança se expressa e como entende seu entorno. Para ajudar nessa simbologia a criança pode se apropriar de ferramentas, que são extensões de seu corpo, para brincar – os brinquedos.

Os brinquedos utilizados no brincar podem ser de diferentes tipos desde aquelas ferramentas que são utilizadas com função diferente para aquilo que foram feitos, como por exemplo, utilizar uma caixa de papelão como carrinho de corrida; para brincar de acordo com aquilo que foram feitos como um carrinho de brinquedo em uma corrida; ou retirados da própria natureza como galhos, folhas, água entre outros. Em todos esses casos percebe-se que existe uma função para cada ferramenta seja construída socialmente ou de caráter vital.

Nas ferramentas de produção humana existe uma função de uso pré-concebida para executar determinada tarefa, no caso da caixa de papelão, transportar e proteger algum produto. Durante a brincadeira com um desses objetos a criança transgride a sua função original por perceber ali outras funções de acordo com a sua imaginação e da apropriação que ela já tem de outras formas do mundo que podem se parecer com aquela. Ou seja, a função de uso, estética e simbólica pré-concebidos, de acordo com as funções de produto de Donald Norman e Bernard Löbach, dão lugar a novas funções que podem vir a aparecer de acordo com a criatividade da criança. No curta metragem do vídeo abaixo é possível perceber isso. O menino utiliza uma caixa de papelão para brincar de diversas coisas passando por motorista, super-herói, ladrão, toureiro, lutador e outras. Através dessas experiências ele simboliza diversas situações. No nível estético é possível perceber os modos em que ele opera a caixa e dos adereços que são afixados nela para trazer mais verossimilhança a sua função no nível de uso simbolizado pelo garoto.

Percebido um pouco a respeito das funções criadas para os produtos e suas possibilidades de (des)construção pelas brincadeiras os pais, educadores e demais responsáveis podem incentivar a criatividade das crianças. Seja através de um brinquedo ou sem ele o brincar abre portas para as crianças viverem em plenitude, inventarem, transgredirem e simbolizarem.

Texto: Thiago Reginaldo

Educomunicação: o que o Design tem a ver com isso?

De acordo com o Professor Ismar Soares, um dos principais representantes da Educomunicação no Brasil, este conceito era utilizado para identificar uma área chamada Educação para Comunicação, ou seja, a educação para formação do chamado senso crítico frente à mídia, especialmente a televisão. No entanto, com o passar dos anos alguns meios de comunicação foram se preocupando com a educação e vice-versa. Aliado a isso os meios de comunicação foram se modificando devido à cultura digital. A compreensão desses meios através de atividades de conhecimento numa perspectiva de prática da cidadania se dá o nome de Educomunicação.

O que caracteriza a Educomunicação é o processo, dessa forma, não é necessariamente o meio de comunicação e suas tecnologias (rádio, internet, vídeos, entre outros).  O que se obtém então é a gestão democrática dos processos, com redução do bullying e violência, expressão humana e melhor aprendizado. A intenção é que os alunos/sujeitos criem sua visão de mundo e façam disso algo legitimo afirma Ismar no vídeo gravado pela Univesp TV.

 

Mas afinal o que a Educomunicação tem a ver com o Design?

O Design é uma atividade humana intencional e faz a interface entre o sujeito e a atividade que esse realiza. Como interface o Design tem em sua tessitura o social que tem tido destaque à medida que a sociedade tem se tornado mais complexa. Como a Educomunicação envolve atividades práticas de cidadania junto à sociedade e instituições de ensino-aprendizagem ligadas às tecnologias e seus processos o Design não pode e nem deve ficar por fora.

As atividades de Design envolvem o projeto e estratégias de comunicação que podem oferecer recursos imprescindíveis a Educomunicação. Por exemplo, o uso das disciplinas do Design como: Design de Som nas oficinas de rádio, Design Digital nas oficinas de internet e redes sociais, Produção Gráfica e Diagramação nas oficinas de jornal e de produção de textos verbais e não verbais, Ilustração nas oficinas de grafite e desenho, a Fotografia e por aí vai. Além disso, a Educomunicação dá conta da gestão democrática do processo de educação e comunicação e nisso pode entrar a Gestão do Design também. Há vários outros processos que essas duas áreas dialogam, no entanto vamos a alguns exemplos disso.

O projeto biizu, oficinas de mídia popular, do Governo do Estado do Pará oferece junto à comunidade diversas atividades e há a preocupação com o Design nesse processo. Acesse o link aqui: Projeto biizu

O projeto viração que tem a missão de fomentar e divulgar processos e práticas de educomunicação entre jovens e educadores.  Acesse o link da organização aqui: Viração

Com esta breve explanação pretende-se atentar para as possibilidades da Educomunicação e do Design como práticas que conversam e podem juntas construir um presente melhor e mais social.

Não podemos esquecer que em maio deste ano acontece em Florianópolis o Colóquio Ibero-Americano e Catarinense de Educomunicação. Essa é uma ótima oportunidade para aprofundar seus conhecimentos nessa área e conversar com profissionais da Educomunicação. Confira mais sobre o evento pelo blog: Educom Floripa

 

Bibliografia:

Ismar Soares define o conceito de Educomunicação. Jornal e Educação. Disponível em: <http://www.anj.org.br/jornaleeducacao/biblioteca/entrevistas/ismar-soares-define-o-conceito-de-educomunicacao&gt; Acesso em: 21 fev. 2014.

Pensamento Criativo: um método de Design na Educação para o Desenvolvimento Sustentável

O método Pensamento Criativo foi desenvolvido para o projeto Inovações na Educação para o Desenvolvimento Sustentável. Ele foi aplicado em uma escola pública em Florianópolis – SC que serviu como piloto. Nesse método o Design Thinking foi adaptado para a  construção de uma abordagem que possibilitasse a Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS) e o uso de tecnologias analógicas e digitais. Para tanto no espaço escolar foi montada uma sala de criação digital e outra sala de prototipação. O Pensamento Criativo é classificado como um projeto de trabalho e tem como objetivo fazer com que os estudantes sejam os protagonistas de um processo criativo e inovador que os transforme em agentes do desenvolvimento sustentável.  Veja o vídeo e compreenda um pouco mais de como funciona o método do Pensamento Criativo.

O projeto é uma parceria da Fundação CERTI e da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável de SC.

Qual abordagem utilizar ao se aplicar o Design na Educação brasileira?

Criança e Design by thiagoreginaldo
Criança e Design, a photo by thiagoreginaldo on Flickr.

Na área educacional existem diferentes abordagens e teorias que orientam o trabalho no espaço de ensino-aprendizagem, de maneira que, se deve estar ciente das possibilidades e individualidades de cada abordagem pedagógica e seus benefícios em diferentes contextos educacionais. No uso do Design na Educação surgem diversas dúvidas em quais estratégias pedagógicas pode estar ancorado o trabalho de Design e suas relações com a escola brasileira.

Uma das primeiras autoras a discutir sobre as abordagens de ensino-aprendizagem no Brasil foi Maria Mizukami em 1986. De acordo com a autora existem cinco abordagens principais: tradicional, comportamentalista, humanista, cognitivista (interacionista) e sociocultural. Cada abordagem, segundo ela, fornece diretrizes à ação docente e cada educador se apropria delas de forma individual. No entanto, ao longo dos tempos até os dias atuais essas abordagens foram sendo adaptadas e outras abordagens surgiram e complementaram tais teorias para poder atender as transformações socioeconômicas e culturais. Dentre essas novas teorias e abordagens que agregam valor aos estudos de Mizukami podem-se citar a teorias da Complexidade, Inter/Transdisciplinaridade, Multirreferencialidade, as Inovações na Educação, entre outras.

Na educação brasileira a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB 9.394/96) define a perspectiva sociocultural e histórica como modelo a ser utilizado pelos educadores. Dentre alguns autores basilares dessa teoria estão Vigotsky e Paulo Freire, e autores mais atuais como José Manuel Moran. Moran fala em uma educação inovadora com os seguintes eixos: o conhecimento integrador e inovador, o desenvolvimento da autoestima/autoconhecimento, a formação do estudante-empreendedor e a construção do estudante-cidadão. As ideias do autor se adequam bem a proposta do Design na Educação, pois, despertam a inovação social e a atitude empreendedora no aluno e na comunidade.

Depois de compreender um pouco sobre as abordagens pedagógicas é preciso agora saber quais dessas abordagens podem potencializar o Design na Educação. Um trabalho bastante interessante é o de Antônio Fontoura (2002) que propõe um modelo de Design para a educação brasileira chamado de EdaDe (Educação de crianças e jovens através do Design). Ele se baseia na pedagogia da ação e no construtivismo como base educacional para a proposta e a interdisciplinaridade como atitude assumida da ação educativa. Assim, o autor define que “as atividades de design, tendo em vista a sua natureza, são boas oportunidades para se criar e promover as condições necessárias para a construção ativa de conhecimentos na sala de aula seja por meio da manipulação dos objetos ou pela interação da criança com o ambiente” (p.42). Fontoura cita também em sua teoria as ideias de Ausebel e o aprendizado significativo, de Gardner e os conhecimentos intuitivos, o construtivismo de Papert, a realidade social e cultural de Paulo Freire e outros muitos autores. Ou seja, apesar da veia construtivista do EdaDe outras abordagens foram utilizadas e apropriadas para justificar sua teoria e as possibilidades do Design. Todavia, o modelo teórico de Fontoura apesar de ter sido feito para a realidade brasileira se norteia em como o Design é utilizado fora do Brasil com experiências de 2002, a época do estudo. Para tanto são necessários outros estudos do Design na Educação de acordo com a realidade brasileira de modo mais profundo, uma vez que, o uso do Design na Educação no Brasil é recente. Além disso, torna-se precioso o acompanhamento da aplicação do Design na Educação através de estudos de campo práticos e reais.

O nosso país é plural em sua cultura e diversidade e o Design deve ser pensado nesse contexto durante as atividades escolares. Toda a comunidade (professores, alunos, direção, pais, moradores e sociedade em geral) precisa compor a escola e ser responsável em suas atividades. A escola, como espaço de ensino-aprendizagem, não pode estar limitada somente a sala de aula. Precisa estar fora da sala de aula também, no cotidiano do aluno e cidadão. Consequentemente surgem conceitos preciosos que se adequam a qualquer abordagem que anseie trabalhar o Design na Educação: colaboração, co-criação, empatia, criatividade, inovação social, experimentação, entre outros.

As abordagens educacionais como visto até aqui servem como modelo e possibilidade para o educador trabalhar o Design. As abordagens construtivistas (interacionistas e sociais) e inovadoras apresentam grande potencial de contribuição para o Design na Educação baseado no protagonismo estudantil, inovação e criatividade no espaço escolar. As atitudes na escola de inter/transdisciplinaridade contribuem para o uso do Design e para o trabalho com projetos na educação. Entretanto, a discussão não para por aqui visto a necessidade de mais estudos e discussões nessa área.

Referências
FONTOURA, A. M. EdaDe: a educação de crianças e jovens através do design. Tese de doutorado. Engenharia de Produção. Florianópolis: 2002.
MIZUKAMI, Maria da Graça Nicoletti. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo: EPU, 1986.
MORAN, José Manuel. A educação que Desejamos. 2. ed. São Paulo: Papirus, 2007.

Livros sobre Design, Educação e Tecnologia

A bibliografia sobre Design, Educação ou Tecnologia quando pensada disciplinarmente é ampla. No entanto, sob um ponto de vista interdisciplinar/transdisciplinar, em que essas áreas atuam juntas de maneira complementar, a quantidade de livros ainda é escassa. Mas não é para ficar desanimado. Bons artigos científicos ou outros documentos online podem ser encontrados depois de muita busca. Existem diversos materiais de qualidade que podem ser procurados na rede e que renderão assunto para um próximo post.

A intenção aqui é mostrar algumas literaturas (livros) interessantes para quem está começando no assunto. Alguns livros estão ligados mais diretamente a aplicações digitais, contudo essas questões podem ser trazidas para a sala de aula sem o menor problema já que estamos vivendo a cultura digital. A lista dos livros é a seguinte:

  • PORTUGAL, Cristina. Design, Educação e Tecnologia. Rio de Janeiro: Rio Books, 2013.
  • GABRIEL, Marta. Educ@r: a (r)evolução digital na educação. São Paulo: Saraiva, 2013.
  • ROGERS, Yvonne; SHARP, Helen; PREECE, Jennifer. Design de Interação: além da interação humano-computador. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2013.
  • TORRE, Saturnino de La; PUJOL, María Antonia; SILVA, Vera Lúcia de Souza. Inovando em Sala de Aula: instituições transformadoras. Blumenau: Nova Letra, 2013.
  • SANTOS, Edméa (org). Currículos: teorias e práticas. Rio de Janeiro: LCT, 2012.
  • OLIVEIRA, Edson Marques. Empreendedorismo Social: da teoria à prática, do sonho à realidade: ferramentas e estratégias. Rio de Janeiro: Qualitymark Editora, 2008.
  • MORAN, José Manuel; MASETTO, Marcos T.; BEHRENS, Marilda Aparecida. Novas Tecnologias e mediação pedagógica. 19. ed. Campinas SP: Papirus, 2012.
  • HERNÁNDEZ, Fernando. Transgressão e mudança na educação: os projetos de trabalho. Porto Alegre: Artmed, 1998.
Livros sobre Design, Educação e Tecnologia by thiagoreginaldo
                                                          Livros sobre Design, Educação e Tecnologia, a photo by thiagoreginaldo on Flickr.

E você quais livros utiliza para trabalhar com Design, Educação e Tecnologia? Colabore e comente para construirmos juntos esta prática pedagógica!

Design na Educação: o Design no processo pedagógico

O desenvolvimento até à atualidade da área de Design aconteceu em um universo múltiplo, dinâmico e interativo, e dessa maneira, diferentes concepções surgiram sobre o que seja Design e sobre seu campo de atuação.  Logo, na área educativa não poderia ser diferente. O Design aparece como sinônimo de estética, arte e criatividade em atividades feitas digitalmente ou em sala de aula. No entanto, é preciso estar claro que as possibilidades do Design vão muito além do entendimento comum.

O termo Educação aplicado ao conceito do Design serve para especificar as diversas especialidades do Design compreendidas na configuração da Educação, assim surge, o Design Educacional ou o Design na Educação.  A atividade de Design na Educação envolve um produto/serviço educacional que precisa estar bem amparado por parâmetros e abordagens pedagógicas.  Sua aplicação pode acontecer a nível estratégico ou prático em processos comunicativos, de planejamento, na organização de ideias e na prototipação. Deve-se lembrar, contudo, de que toda a atividade de Design na Educação é intencional e que o produto/serviço ou estratégia resultante será formada pela experiência/conhecimento pedagógico que será incorporado ao processo.

Nosso blog irá citar ao longo das postagens algumas iniciativas de Design que vem sendo adotadas amplamente no sistema educativo desde a educação básica, superior até a profissionalizante. Compreender estas iniciativas e suas possibilidades de aplicação faz com que se desenvolva uma teoria de Design voltada para os processos educativos. Serão apresentadas práticas de Design na Educação no Brasil e em outros países, além de teorias educacionais e esclarecimentos sobre o que é Design.

Criatividade

Ilustração : Archan Nair.

 
Texto: Thiago Reginaldo (Educador, Designer e Gestor de TI).